sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Marcha do MST - Campo do Meio/MG, contra a violência, pela Reforma Agrár...

Marcha
do MST em Campo do Meio, no sul de Minas Gerais, contra a violência, pela
Reforma Agrária - 1a Parte - 11/12/2017.

 Após reiteradas
ações de violência contra camponeses e camponesas, e tentativa de assassinato,
em Campo do Meio, sul de Minas Gerais, MST e defensores dos Direitos Humanos
realizaram, dia 11/12/2017, uma manifestação com Marcha, Celebração e Ato
Político contra a violência, contra derrubada de direitos e a favor da Reforma
Agrária, pela superação do conflito agrário que se arrasta há mais de 20 anos,
com disputa das terras da antiga Usina Ariadnópolis (cerca de 5.000 hectares),
cuja área encontra-se em processo de desapropriação, por meio de decreto feito
pelo governador do Estado de Minas Gerais, Fernando Pimentel.
*Reportagem em vídeo de frei Gilvander
Moreira, da CPT e do CEBI. Campo do Meio, sul de MG, dia 11/12/2017.



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Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link:
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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

POVO DAS OCUPAÇÕES DA IZIDORA FAZ MANIFESTAÇÃO NA SEDE DA CEMIG E PARTICIPA DE REUNIÃO COM DIRETORES DA CEMIG, em Belo Horizonte, MG, dia 12/12/2017.

POVO DAS OCUPAÇÕES DA IZIDORA FAZ MANIFESTAÇÃO NA SEDE DA CEMIG E PARTICIPA DE REUNIÃO COM DIRETORES DA CEMIG, em Belo Horizonte, MG, dia 12/12/2017.


Hoje, dia 12/12/2017 - 120 anos de Belo Horizonte - uma grande representação do Povo das Ocupações da Izidora fez manifestação na Porta da sede da CEMIG, em Belo Horizonte, MG, e, após 20 minutos de pressão para poder entrar para participar de Reunião de lideranças das Ocupações da Izidora - Rosa Leão, Esperança e Vitória - com diretores da CEMIG, reunião já agendada a pedido do MLB, entraram e participaram por 2 horas de reunião em uma sala da CEMIG. Crianças e mães apresentaram cartas das crianças pedindo energia e clamaram para que a CEMIG instale rede de energia nas três Comunidades da Izidora. Foi muito comovente ver e ouvir crianças e mães relatarem as imensas dificuldades que é sobrevier sem energia em casa. Frei Gilvander pontuou: "Hoje, dia 12/12/2017, Belo Horizonte, uma das maiores cidades do Brasil, está comemorando 120 anos de existência. É uma injustiça que clama aos céus existir ainda milhares de pessoas sobrevivendo em Belo Horizonte sem energia, no escuro, usando vela para iluminar a casa. Na Ocupação Dandara, em BH, duas crianças morreram carbonizadas porque dormiam com uma vela acesa que acabou incendiando o barraco de madeirite de 4 metros quadrados onde elas viviam. A CEMIG, o Governo de MG e a prefeitura já deveriam ter instalado rede de energia nas Ocupações da Izidora, inclusive. A CEMIG está colocando energia em 11 Acampamentos (Ocupações) do MST, em Campo do Meio, no Sul de MG, no latifúndio da Ariadnópolis. Que beleza! Por que a CEMIG não coloca energia nas ocupações da Izidora?" Após uma longa reunião, saímos da CEMIG com uma Ata de Reunião das Comunidades da Izidora com a CEMIG, constando o seguinte: "A CEMIG declara o interesse de instalação de rede elétrica para fornecimento a título precário nas Ocupações da Izidora (Vitória, Esperança e Rosa Leão), embasada na Resolução Normativa n. 414, da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL -, de 9 de setembro de 2010, bem como outras normativas que garantem os direitos fundamentais de todo ser humano. Ainda, afirma o compromisso de comparecimento na reunião com a Prefeitura de Belo Horizonte e URBEL em 20 de dezembro de 2017, quarta-feira, às 9h na sede da URBEL, em BH, no sentido de encaminhar de maneira prática e ágil a instalação de rede elétrica nas ocupações da Izidora. Por fim, a CEMIG se compromete a estabelecer uma comissão composta pela Nelzinha Santos, Gonzaguinha e Carlos Renato, funcionários da CEMIG, para participar da discussão da emenda do Plano Diretor no que toca as ocupações urbanas de Belo Horizonte e região metropolitana. Belo Horizonte, 12 de dezembro de 2017." A Ata foi assinada pelos diretores e lideranças das Ocupações da Izidora, inclusive por representantes da CPT, MLB, Brigadas Populares e Coletivo Margarida Alves. Com luta venceremos!
2ª parte:

Obs.: A transmissão ao vivo foi feita em 6 partes. Assista às outras partes na página o RESISTE IZIDORA no facebook, abaixo. Se gostar, compartilhe.
1ª parte:
3ª parte:
4ª parte:
5ª parte:
6ª parte:


sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Leonardo Péricles/MLB - 1a Parte - Encontro Estadual do Conselho da CPT/...

Leonardo
Péricles/MLB, 1ª Parte, no Encontro Estadual do Conselho da CPT/MG, em Belo
Horizonte/MG: análise de conjuntura, dia 17/11/ 2017.

Leonardo Péricles: Conhecer a realidade,
resistir ao poder opressor, enfrentar esse poder, lutar por uma nova sociedade,
liberta do capitalismo.

De 17 a 19 de novembro/2017, foi realizado, em Belo Horizonte/MG, o Encontro do
Conselho Estadual da Comissão Pastoral da Terra do Estado de Minas Gerais
(CPT/MG). Dias de análise, avaliação da caminhada de luta e resistência,
celebração das conquistas e posicionamento diante de tantos desafios impostos
pela opressão do capitalismo. Nesse vídeo, a intervenção de Leonardo Péricles,
da Coordenação Nacional do MLB (Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e
Favelas), fazendo Análise da conjuntura. 1a Parte. 
*Registro de frei Gilvander Luís Moreira, da
CPT e do CEBI. Belo Horizonte/MG, 17 de novembro/2017.



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Luta pelo direito à água na Ocupação Novo Paraíso/BH/MG– 2ª Parte – BH...

Luta
pelo direito à água na Ocupação Novo Paraíso, em Belo Horizonte/MG – 2ª Parte –
BH/MG – 26/9/2017.

Acesso à água potável: direito essencial da
dignidade humana

A Ocupação-Comunidade Novo Paraíso, localizada no Bairro Palmeiras, em Belo
Horizonte/MG, é uma comunidade plenamente consolidada, com, aproximadamente,
350 famílias, com casas de alvenaria e muito organizada no trabalho coletivo.
Há 5 anos na luta e resistência pelo sagrado direito à moradia, seus moradores
enfrentam também a luta pelo direito à água. Espera-se que a COPASA entre
com determinação na Comunidade, de forma a garantir o direito do acesso à água
a seus moradores que chegam a ficar 20, 30 dias sem água. Água é um bem comum,
um direito social, de todos, e não pode ser tratada como mercadoria.

*Reportagem em vídeo de frei Gilvander Moreira, da CPT e do CEBI. Belo
Horizonte/MG, 26/9/2017.



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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Anderson DVD, do MLB, na Audiência Pública em Nova Lima/MG - Grilagem de...

Terra para trabalho e moradia, não para especulação,
Já! GRILAGEM DE TERRA é intolerável.

Pronunciamento de Anderson
DVD, do MLB (Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas), na Audiência
Pública realizada, dia 30/11/2017, na Câmara Municipal de Nova Lima/MG, para
debater a grilagem de terra na região.



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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Frei Gilvander: Diversidade Religiosa-Igreja Católica-Escola Machado de ...

Frei Gilvander: Diversidade Religiosa na Escola Municipal Machado de
Assis, em Contagem/MG, dia 23/11/2017: respeito e amor, sim; discriminação,
não.

Na Semana da Consciência Negra, a
Escola Municipal Machado de Assis, em Contagem/MG, promoveu uma Roda de
Conversa tendo como tema a “Diversidade Religiosa”, com abordagem especial de
situações de intolerância religiosa. Participaram do debate representantes de
diversas  igrejas e religiões. Nesse
vídeo, o posicionamento de frei Gilvander Luís Moreira, da CPT e do CEBI,
representando a Igreja Católica.



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domingo, 3 de dezembro de 2017

Professor Aderval, Antropólogo, na SPU/BH/MG/em reunião com Pesqueiros/V...

Pronunciamento do Professor Aderbal Costa Filho, antropólogo da UFMG, na reunião na SPU, em Belo Horizonte, MG, com Comunidades Pesqueiras/Vazanteiras/MG. 13/11/2017.

Com luta e resistência, pescadores/vazanteiros de Comunidades Tradicionais do norte de Minas Gerais conseguiram se reunir com a Superintendência do Patrimônio da União (SPU), no dia 13/11/2017. Participaram das reuniões o Superintendente da SPU, Vicente Diniz ,representantes das Comunidades Pesqueiras/Vazanteiras acampadas em frente ao prédio do Ministério da Fazenda, onde funciona também a SPU, frei Gilvander Moreira, pela CPT (Comissão Pastoral da Terra), Irmã Neusa Francisca, pelo CPP (Conselho Pastoral de Pescadores), Advogadas e Advogado da RENAP (Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares), Dr. Edmundo, do Ministério Público Federal, Dra. Kelly, representante da Controladoria Geral da União, Professor Aderval, antropólogo da UFMG, entre outros/as.

*Registro de frei Gilvander Luís Moreira, da CPT e do CEBI. Belo Horizonte/MG, 13/11/2017.

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Ocupação Novo Paraíso/Belo Horizonte/MG: Luta pelo direito à água. 1ª Pa...

Ocupação Novo Paraíso, em Belo Horizonte,
MG: Luta pelo direito à água. 1ª Parte. BH/MG, 26/9/2017.


Acesso à água potável: direito essencial da dignidade humana.

A Ocupação-Comunidade Novo Paraíso, localizada no Bairro Palmeiras, em Belo
Horizonte, MG, é uma comunidade plenamente consolidada, com, aproximadamente,
350 famílias, com casas de alvenaria e bem organizada no trabalho coletivo. Há
5 anos na luta e resistência pelo sagrado direito à moradia, os moradores
enfrentam também a luta pelo direito à água. Espera-se que a COPASA entre
com determinação na Comunidade, de forma a garantir o direito do acesso à água
a seus moradores que chegam a ficar 20, 30 dias sem água. Água é um bem comum,
um direito social, e não pode ser tratada como mercadoria, nem para atender a
grupos privilegiados.

*Reportagem em vídeo de frei Gilvander Luís Moreira, da CPT e do CEBI. Belo
Horizonte/MG, 26/9/2017.



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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Depoimento de Marino - 3a Parte- Seminário de Ecoteologia e Mineração - ...

Depoimento de Marino (3a Parte), no Seminário
de Ecoteologia e Mineração, em Mariana/MG, dia 06/11/2017.

A
lama tóxica destruiu histórias... A lama tóxica destruiu vidas...

Terceira parte do comovente, grave e revelador depoimento de Marino
D'Ângelo Júnior, morador, membro da Comissão dos Atingidos pela lama tóxica, em
Mariana/MG. O depoimento foi dado aos participantes do Seminário Ecoteologia e
Mineração, quando visitavam a região atingida pela lama tóxica causada pelo
rompimento da Barragem do Fundão. O Seminário aconteceu em Mariana/MG, de 05 a
07 de novembro/2011, por iniciativa da Rede Igrejas e Mineração, no marco
celebrativo dos dois anos do maior crime ambiental da história do Brasil.

*Registro de frei Gilvander Luís Moreira, da CPT e do CEBI. Mariana/MG,
06/11/2017.



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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Em nome da inocência: Justiça

“EM NOME DA INOCÊNCIA: JUSTIÇA”, FILME
DOCUMENTÁRIO IMPERDÍVEL.
O
que a Morte do Reitor da UFSC tem a ver com você! Documentário que mostra o que
de fato aconteceu com o Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo. Contra o abuso
de autoridade! Conta o Estado Fascista! Contra a Mídia manipuladora! Assista e
divulgue.



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A dor e o clamor do povo Gerú-Tukunã Pataxó/MG, em Enc. da CPT/MG: CEMIG...

Em MG, Povo Indígena Gerú-Tukunã Pataxó
clama por regularização do seu território e por energia da CEMIG.

De
17 a 19 de novembro/2017, foi realizado, em Belo Horizonte/MG, o Encontro do
Conselho Estadual da Comissão Pastoral da Terra do Estado de Minas Gerais
(CPT/MG). Dias de análise, avaliação da caminhada de luta e resistência,
celebração das conquistas e posicionamento diante tantos desafios impostos pela
opressão do capitalismo.

Nesse vídeo, a dor e o clamor de Cremes, vice-cacique da Aldeia Gerú-Tukunã
Pataxó, município de Açucena, pelo direito à regularização do território e à
energia elétrica na comunidade.

*Registro de frei Gilvander Luís Moreira, da CPT e do CEBI. Belo Horizonte/MG,
18 de novembro/2017.



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Barragem de Jequitaí/MG, da CODEVASF: Frei Gilvander e Irmã Etelvina, d...

Barragem de Jequitaí, no norte de Minas
Gerais, da CODEVASF: frei Gilvander conversa com Irmã Etelvina, da CPT/MG,
sobre os direitos dos Atingidos pela Barragem.
Entrevista
gravada dia 21/11/2017. Mais uma vez milhares de atingidos serão violentados
nos seus direitos?

Nota
da CPT/MG, de 29/11/2017, denuncia: “Governo Federal e de Minas atropelam
atingidos em Jequitaí, no norte de Minas Gerais.

CODEVASF E SEAPA/MG não estão respeitndo os direitos dos atingidos pela
barragem de Jequitaí. Não estão cumprindo acordo com Conselho Estadual de
Assistência Social (CEAS/MG). Não estão acatando orientações do Ministério
Público Estadual e nem do Ministério Público Federal (MPE e MPF). Não estão reunindo
com a Comissão de Atingidos da Barragem de Jequitaí. Não tem um cadastro que
envolva todos os atingidos. Pressionam o povo a assinar contratos com valores
defasados, que além de registrar a terra no nome do Governo do Estado de MG, as
famílias não sabem onde serão reassentadas. Os empreendedores não têm terra para
reassentar os atingidos. Até quando o Governo de Minas, aliado ao Governo
Federal, vai continuar com esse massacre ao atingidos pela barragem de
Jequitaí? Agora promovem Audiência Pública para legitimar a injustiça.

Assina essa Nota Pública:
Comissão
Pastoral da Terra de Minas (CPT/MG), em 29/11/2017.”



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Seminário Ecoteologia e Mineração - Mariana/MG - Professora Shirley Kren...

Seminário
Ecoteologia e Mineração, em Mariana/MG: testemunho da professora Shirley Krenak
(Djukurnã), dia 05/11/ 2017.


Foi realizado em Mariana/MG, de 05 a 07/11/2017, o Seminário “Espiritualidades,
Resistências e Alternativas em Defesa dos Territórios”, no marco celebrativo
dos dois anos do maior crime ambiental da história do Brasil. O evento,
promovido pela Rede Igrejas e Mineração, reuniu cerca de 40 pessoas, entre
agentes pastorais, ativistas que trabalham em áreas de extrativismo,
representantes de povos indígenas e quilombolas, teólogos e estudiosos da
questão minerária. Nesse vídeo, a participação da Professora Indígena Shirley
Krenak, “Djukurnã”, do povo Krenak, integrante da Mesa 1 do Seminário, que teve
como tema: “Mineração: Disputas e Resistências nos Territórios”.

*Registro de frei Gilvander Luís Moreira, da CPT e do CEBI. Mariana/MG,
05/11/2017.



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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Ocupação Carolina Maria de Jesus, no centro de Belo Horizonte, MG. Cerca de 200 famílias se juntam ao MLB determinadas a conquistar a moradia digna!!!

Ocupação Carolina Maria de Jesus, no centro de Belo Horizonte, MG. Cerca de 200 famílias se juntam ao MLB determinadas a conquistar a moradia digna!!!

Enquanto o centro não chega à periferia, a periferia chega ao centro. A Ocupação Carolina Maria de Jesus, localizada na Av. Afonso Pena nº 2.300, no coração de Belo Horizonte, MG, traz à tona a enorme incoerência entre as quase 80 mil famílias sem casa de Belo Horizonte e os mais de 171 mil imóveis e terrenos vazios na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH)! As ocupações são uma resposta para essa desigualdade e imensa injustiça social. Nossa luta é para fazer valer os direitos à moradia digna, o direito à terra e o combate à gestão empresarial da nossa cidade, uma resistência frente a higienização e gentrificação do centro de Belo Horizonte!
A ocupação homenageia Carolina Maria de Jesus, mulher negra, mãe de quatro filhos, semi-alfabetizada, escritora e moradora da favela do Canindé, em São Paulo. Trabalhava como catadora de lixo e com os cadernos que encontrava ela escrevia sobre o seu dia-a-dia na favela. Considerada uma importante escritora brasileira, é autora do livro Quarto de Despejo – Diário de uma favelada, uma das obras mais vendidas e um dos primeiros relatos sobre a realidade de marginalização, denunciando a desigualdade social e o racismo.
O Movimento de Luta de Bairros, Vilas e Favelas (MLB) reivindica que o prédio seja destinado para moradia dessas famílias, que sofreram por anos com a falta de habitação digna e adequada, condição fundamental para constituírem suas vidas. Somos uma luta contra a especulação imobiliária e pela efetivação do direito à cidade para uma parcela da população que sempre teve a cidade negada! A região central de Belo Horizonte é concentradora de trabalhos, infra-estruturas e serviços que são negados a grande parte das famílias periféricas da capital mineira. Ocupar o centro é possibilitar acesso aos serviços básicos de saúde, educação, transporte e oportunidades de emprego a quem precisa!
Segundo a Constituição Federal de 1988 e o Estatuto da Cidade (Lei nº 10.257/2001), toda propriedade deve cumprir uma função social, seja ela habitacional, ambiental, cultural ou econômica. Terrenos e imóveis que permanecem vazios não cumprem nenhuma função social. Ao contrário, incentivam o processo de especulação imobiliária, que eleva o preço do solo urbano, gerando acumulação de capital para seus proprietários. As ocupações são uma resposta para fazer valer os direitos de acesso a terra e garantir que a função social da propriedade seja cumprida!!!
Por isso, buscamos diálogo com o poder público sobre a existência de tantos edifícios vazios espalhados no centro de Belo Horizonte. Em 2009, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) publicou o Plano de Reabilitação da Região do Hipercentro, que trazia um estudo indicando existir só na região do hipercentro um total de 107 imóveis vazios e lotes vagos sem uso, isso sem contar os 165 lotes que são usados como estacionamento!!!! Vários desses imóveis continuam na mesma situação!!!
Edifícios sem usos comprovados por mais de cinco (5) anos estão sujeitos à aplicação de vários instrumentos criados para garantir o cumprimento da função social: desde IPTU progressivo no tempo, que aumenta o valor dos impostos a serem pagos pelo imóvel a cada ano vazio, até a desapropriação do terreno, com transferência da propriedade ao Poder Público. Queremos que esses instrumentos sejam usados para criar uma cidade mais justa!
Vamos dar vida ao centro de Belo Horizonte com a classe trabalhadora dessa cidade: onde antes existia vazio agora existe esperança; onde antes existia um vazio, brotou nas noites frias de Belo Horizonte e existem famílias com um sonho. Reprimir e reintegrar pisando na Constituição e violando a dignidade humana desintegra sonhos lindos que nasceram no coração de Belo Horizonte. Por diálogo clamamos!
Morar dignamente é um direito humano!
Reforma urbana popular já!
Assina essa nota: MLB (Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas).
Apoio: Comissão Pastoral da Terra (CPT) e ampla Rede de Apoio.


quarta-feira, 19 de julho de 2017

Convite para Show Eco Lógico com Carlos Farias e Wilson Dias, em Unai/MG...

Áudio Convite para a 20a Romaria das Äguas da Terra de MG, em Unaí, dia ...

Córrego Almesca, em Unaí, clama por socorro, na 20a Romaria das águas e ...

Frei Geraldo e Frei Gilvander na TV Rio Preto, de Unaí /MG - 17/7/2017

Preparação para as missões da 20a Romaria das águas e da terra de MG, em...

Síntese das Pré-Romarias da 20a Romaria das Águas e da Terra de Minas Ge...

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Quilombola Jurandir denuncia na ALMG atentado, tortura e tentativa de ho...

Quilombola Jurandir denuncia na ALMG atentado, tortura e tentativa de ho...

Antônio Carlos/INCRA: Processo de Titulação do Quilombo Marobá dos Teixe...

Dr. Estevão Ferreira/DPU na defesa dos Quilombolas Marobá dos Teixeira, ...

Maria Elizabeth/CEDEFES: "O Pará já titulou 67 territórios quilombolas. ...

Na ALMG, Frei Gilvander exige que Governo de MG resgate as terras devolu...

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Na luta 30.000 pessoas, nas Ocupações da Izidora, se libertam da cruz do aluguel.

Na luta 30.000 pessoas, nas Ocupações da Izidora, se libertam da cruz do aluguel.
Por frei Gilvander Luís Moreira


Dia 18/4/2017, o ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, suspendeu pela 2ª vez as reintegrações de posse das três ocupações-comunidades da Izidora (Rosa Leão, Esperança e Vitória), em Belo horizonte e Santa Luzia, MG. Com essa decisão, cerca de 8.000 famílias (30.000 pessoas) avançam a passos largos na luta pela sua libertação da cruz do aluguel, da especulação imobiliária, da falta de reformas agrária e urbana, etc. Que beleza!
Dia 28/9/2016, as 8.000 famílias das Ocupações da Izidora foram humilhadas pelo órgão superior do TJMG que, por 18 votos a 1, autorizou o governador de Minas, Pimentel, a autorizar milhares de policiais da Polícia Militar de MG a despejar cerca de 30.000 pessoas, sem nenhuma alternativa digna prévia. A indignação sentida pelo povo se transformou em determinação em não aceitar os despejos. O povo levantou a cabeça e continuou lutando, mesmo debaixo de uma espada de Dâmocles que tirou o sono de muita gente por seis meses. Ainda bem que o governador de Minas não perdeu a cabeça e não autorizou a PM a tentar despejar, pois seria um massacre de proporções inimagináveis. Entretanto, após as visitas de Lula, dia 30/11/2016, e do prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, dia 02/4/2017 – visitas que consolaram o povo e animaram a luta - dia 18/4/2017, os humilhados foram exaltados pela decisão do ministro Og Fernandes que derrubou a decisão do TJMG.
O ministro Og Fernandes considerou existente “os requisitos do fumus boni juris, correspondente à probabilidade de êxito do recurso, e do periculum in mora, relativo ao risco de dano grave e de difícil reparação ao direito”. E percebendo que a reintegração de posse “poderá ensejar graves danos sociais às vítimas da remoção forçada e até responsabilização estatal perante órgãos internacionais de proteção aos direitos humanos”, escreveu Og Fernandes: “entendo que o caso seja de deferimento (concessão) da medida liminar pleiteada”. O ministro assinalou ainda que “providência similar foi tomada pelo Supremo Tribunal Federal nos autos da Medida Cautelar na Ação Cautelar n. 4.085/SP, Rel. Ministro Dias Toffoli, DJe 08/3/2016, na qual se impediu o cumprimento da reintegração de posse da área conhecida como (Ocupação da) Vila Soma, localizada no Município de Sumaré, SP, a fim de se evitar a exacerbação do litígio em questão”. Cumpre recordar que a decisão do ministro Dias Toffoli, referida acima, foi inspirada na decisão do ministro Og Fernandes que, em 29/6/2015, mandou suspender os despejos das Ocupações da Izidora. Ou seja, uma decisão positiva animando outra.
Com esses argumentos, o ministro Og Fernandes, que tinha sido premiado pela ministra Carmem Lúcia, presidenta do STF por causa da 1ª decisão de suspensão do despejo das 30.000 pessoas das ocupações da Izidora em 29/6/2015, deferiu o 2º pedido liminar do Coletivo Margarida Alves, que defende juridicamente as milhares de famílias das ocupações da Izidora, e, assim, o ministro Og, dia 18/4/2017, atribuiu efeito suspensivo ao recurso em Mandado de Segurança, suspendendo os efeitos do acórdão recorrido até o julgamento final do presente feito que provavelmente demorará vários meses. O povo sabe o que deve fazer nesse tempo.
A conquista de moradia digna, própria e adequada pelo povo das Ocupações da Izidora se tornou uma estrela que se acendeu no Brasil para guiar os passos de 6.000.000 de famílias que ainda estão debaixo da pesadíssima cruz do aluguel e sendo super-explorado pelo sistema do capital, máquina de moer vidas humanas e de toda a biodiversidade. O caminho é, de forma organizada, ocupar os terrenos ociosos que não estão cumprindo a função social, pois enquanto morar for um privilégio, ocupar é um direito e um dever.
Nossa eterna gratidão a Manoel Bahia e Ricardo Freitas (Kadu) que tombaram nessa luta. A doação da vida de vocês não foi em vão. Vocês viverão sempre em plenitude e em nós na luta. Só perde quem não entra na luta das ocupações ou da luta desiste.
Abraço na luta.
Frei Gilvander Moreira, em Belo Horizonte, MG, Brasil, tarde com temperatura agradável do dia 20/4/2017.


SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) SUSPENDE REINTEGRAÇÃO DE POSSE DAS OCUPAÇÕES DA IZIDORA, em Belo Horizonte, PELA 2° VEZ!

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) SUSPENDE REINTEGRAÇÃO DE POSSE DAS OCUPAÇÕES DA IZIDORA, EM BELO HORIZONTE, MG, PELA 2° VEZ!


As coordenações das Ocupações-comunidades da Izidora (Esperança, Rosa Leão e Vitória), os movimentos sociais Brigadas Populares (BPs), Comissão Pastoral da Terra (CPT) e Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), e o Coletivo Margarida Alves (CMA) vêm a público informar que o Ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), de Brasília, decidiu na data de hoje, 20 de abril de 2017, pela 2a vez suspender qualquer tentativa de despejo por parte dos supostos proprietários da área da região da Izidora e da Polícia Militar de Minas Gerais, comandada pelo governador Fernando Pimentel (PT), contra as 8.000 famílias das ocupações-comunidades da Izidora.
A decisão suspende a decisão injusta e covarde proferida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), dia 28 de setembro de 2016, quando por 18 votos a 1, os desembargadores do TJMG autorizaram o Governador de MG e a PM de MG a despejar 8.000 famílias sem nenhuma alternativa digna prévia por entenderem que não haveria violação aos direitos humanos de mais de 30.000 pessoas que moram nas ocupações urbanas da Izidora. Desde o ano de 2013 o povo da Izidora construiu, através da luta em conjunto com os movimentos sociais e grande rede de apoio, três bairros irmãos.
A decisão do STJ é importantíssima, porque suspende juridicamente qualquer possível tentativa de despejo contra as comunidades, reconhecendo a necessidade de respeito aos direitos das famílias das Ocupações e solução responsável e digna para este que é um dos sete maiores conflitos fundiários urbanos do mundo. Ainda essa decisão representa mais uma oportunidade para as autoridades (Prefeitura de Belo Horizonte e Governo do Estado de Minas Gerais) darem um fim justo, digno e idôneo ao conflito fundiário e social da Izidora, realizando a regularização fundiária e urbanização, sem derrubar nenhuma casa!
Reafirmamos que sob as terras da Izidora pesam fortes indícios de grilagem. São nove irregularidades na cadeia dominial da matrícula 1202 da Granja Werneck S.A, documento das terras em promessa de venda para a Construtora Direcional. Além do que as terras estavam abandonadas e sem cumprir qualquer função social, desrespeitando, assim, a Constituição brasileira e o Estatuto da Cidade há décadas.
Lembramos também que, essa importante vitória, que ainda não é definitiva, só foi conquistada através da luta das coordenações, movimentos sociais, advogadas e advogados populares, arquitetas e arquitetos populares, rede de apoio, e, principalmente, através da resistência popular do povo que fez dezenas e dezenas de lutas coletivas. Há muito as comunidades já davam o seu recado para as tentativas de despejo oferecidas pelas autoridades: não aceitamos nenhum direito a menos!
Avante Izidora, rumo à urbanização!
Se o presente é feito de lutas, o futuro nos pertence!
Enquanto morar for um privilégio, ocupar é um direito e um dever!
Pátria Livre! Venceremos!

Belo Horizonte/MG, 20 de abril de 2017.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Quilombo Marobá dos Teixeira, Almenara/MG: clamor por justiça. Sr. Orlin...

TORTURA e tentativa de homicídio no Quilombo Marobá dos Teixeira

TORTURA e tentativa de homicídio no Quilombo Marobá dos Teixeira.

TORTURA e tentativa de homicídio no Quilombo Marobá dos Teixeira, no município de Almenara, no Baixo Jequitinhonha, MG, na noite do dia 24/03/2017. Assista e divulgue a denúncia da Comissão Pastoral da Terra (CPT), abaixo, vídeo, de um crime hediondo: amarrar Jurandir, um negro quilombola, presidente da Associação Quilombola da Comunidade Marobá dos Teixeira, açoitá-lo e quase enforcá-lo, enquanto outros jagunços amarravam Maria Rosa, esposa de Jurandir, e, após espancá-la, injetar veneno no pulso dela. Exigimos o máximo de empenho das forças de segurança do Estado para prender os criminosos e que o poder judiciário julgue e condene os responsáveis direito e indiretamente por esse atentado. E que o INCRA resgate e titule 100% do território do Quilombo Marobá dos Teixeira. Assista ao vídeo-denúncia, abaixo. Comprometa-se de alguma forma apoiando o Quilombo Marobá dos Teixeira. Divulgue e compartilhe o vídeo, abaixo, com essa denúncia, em nome da justiça social e da dignidade humana.

Clic no link, abaixo, e assista.